segunda-feira, 12 de março de 2012
O COMBATE A POBREZA TEM DADO CERTO?
O Programa Bolsa Família (PBF) é um programa de transferência de renda criado pelo Governo Lula em 2003 para integrar e unificar ao Programa Fome Zero os antigos programas criados no Governo Fernando Henrique Cardoso: o ''Bolsa Escola'', o ''Auxílio Gás'' e o Cartão Alimentação''. O PBF é tecnicamente chamado de mecanismo condicional de transferência de recursos. Consiste na ajuda financeira a famílias pobres, definidas como aquelas que possuem renda per capita de R$ 70,01 até R$ 140,00 e extremamente pobres com renda per capita até R$ 70,00. A condição é que as famílias beneficiadas mantenham seus filhos na escola e vacinados. O programa visa a reduzir a pobreza a curto e a longo prazo por meio de transferências de capital, o que, por sua vez, visa a quebrar o ciclo de pobreza de geração a geração.
É considerado um dos principais programas de combate á pobreza do mundo, tendo sido nomeado como ''um esquema anti-pobreza inventado na Ámerica Latina (que) está ganhando adeptos mundo afora'' pela britânica The Economist. Ainda de acordo com a publicação, os governos de todo o mundo estão de olho no programa. O jornal francês Le Monde reporta: ''O programa Bolsa Família amplia, sobretudo, o acesso à educação, a qual representa a melhor arma, no Brasil ou em qualquer lugar do planeta, contra a pobreza.''
A EXPANSÃO DA VIOLÊNCIA
Teriam os crimes se tornado hediondos, ou a mídia estaria fazendo uma cobertura mais ampla do que acontece? Ou, ainda, a criminalidade tenha chegado mais próximo de nossas casas? A violência urbana assusta, sobretudo nas grandes capitais, onde a cobertura da imprensa é mais próxima e a criminalidade aparece logo na janela. No interior, a falta de preocupação se dá, principalmente, pela falta de pressão e a pouca investigação, tanto da polícia, quanto da mídia, que está nos grandes centros urbanos. Os maiores índices de homicídios estão em estados como Pará e Mato Grosso, ao contrário do que muitos acreditam.
Crimes hediondos, como os cometidos pelo casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá ou ainda pela Suzane Ritchtofen, ganham espaço na midia e são explorados pela imprensa de forma assídua. Teriam esses meios de comunicação interesse em justiça ou apenas uma necessidade por audiência? Teria a justiça sido aplicada, nesses dois casos, caso a imprensa não tivesse dado ampla cobertura?
CRISE EM HONDURAS
O chamado golpe militar em Honduras em 2009, assim considerado por resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas - ONU, é um acontecimento em andamento desencadeado quando o Exército, em cumprimento a um mandado de prisão emitido pelo Poder Judiciário, prendeu o presidente Manuel Zelaya na manhã de 28 de junho de 2009.
Zelaya foi retirado de sua residência em Tegucigalpa ainda de pijamas, detido em uma base aérea nas imediações da cidade e depois para o aeroporto, onde foi colocado em um avião com destino à Costa Rica. A deportação de Zelaya não estava autorizada na ordem emitida pela autoridade judicial e contraria o Artigo 102 da Constituição de Honduras, que determina que ''nenhum hondurenho pode ser expatriado ou entregue pelas autoridades a uma nação estrangeira''. O jornal Folha de S. Paulo declarou em artigo: ''Em peso, a comunidade internacional considera a deposição de Zelaya um golpe de Estado''.
ATENTADOS NA EUROPA
Horário de rush. Três explosões. 52 pessoas mortas e cerca de 700 pessoas feridas. O atentado a Londres em 2005 foi um dos piores da história da Grã-Bretanha, colocando a nação em pânico. Novamente, a Al Qaeda foi acusada dos atos terroristas e começou-se uma caçada contra os acusados. Jean Charles de Oliveira, brasileiro, foi confundido com um dos terroristas e brutalmente assassinado.
Pouco mais de um ano antes, em Madrid, um atentado no metrô da capital espanhola também levou em pânico a nação. A Al Qaeda também foi responsabilizada pelos ataques, que provocaram a morte de 191 pessoas e deixaram quase 2.000 feridos.
O MUNDO HI-TECH
O mundo tornou-se, no nosso século, uma aldeia global. A conectividade aproximou pessoas distantes por meio de fios. Mais do que isto, tornou próximos, culturas, serviços, produtos, ideias, notícias. Viver numa aldeia global possibilita que saibamos notícias e tenhamos acessos a produtos e serviços criados e desenvolvidos em lugares distantes.
Quantos dispositivos eletrônicos, quantos equipamentos modernos, quantos programas, softwares são lançados e criados diariamente em todo o planeta? Certamente, há milhões de meios para bilhões de internautas em todo o planeta se comunicarem, trabalharem e, assim, criarem uma nova cultura, uma nova era, digital.
ENTRA G-20, SAI G-8
Apesar de todo o cenário de crise, não houve as mesmas consequências daquela de 1929. Por quê? A primeira resposta seria a rápida reação dos bancos centrais, que desembolsaram centenas de bilhões em todo o mundo para salvar empresas e grupos financeiros, numa rápida tentativa de deter a crise. Ironicamente, o capitalismo liberal prega a não intervenção do Estado na economia como mandamento básico e primordial. No entanto, foi novamente a intromissão do Estado que salvou os empresários e banqueiros de todo o planeta.
Em meio à crise, cresceu significativamente a importância dos países emergentes, dentre estes o Brasil. O G-20, grupo dos 20 países mais ricos, passaram a ter tanta importância quanto o G-8, grupo formado apenas por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia. O G-20 está representado pelos países do G-8 mais África do Sul, Árabia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia. São Petesburgo, em 2009, sediou um encontro do G-20, já reconhecendo a importânciadesse grupo, colocando-o em papel maior e mais destacado do que ocorreradurante a década de 1990. Tal grupo representa mais de 85% da economia mundial e dos negócios do planeta.
A Crise de 2008 foi importante para a ascensão do G-20. O Brasil, que também sentiu os efeitos da crise econômica, conseguiu sair sem maiores lesões, diferente de outros países que pertencem ao G-20. O que ofereceu um espaço oportuno para a economia brasileira no cenário mundial, que pode galgar espaço e crescer politicamente. Descobertas recentes, como o pré-sal, podem alavancar e dar oportunidade para o Brasil se tornar uma grande potência econômica.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Seres Vivos Em Extinção part. 1
MAMÍFEROS AMEAÇADOS
Antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii)
Elefante-indiano (Elephos maximus)
Elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis)
Elefante-da-savana (Loxodonta africana)
Baleia-azul (Balaenoptera musculus)
Chimpanzé (Pan troglodytes)
Gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla)
Gorila-do-oriente (Gorilla beringei)
Leopardo (Panthera pardus)
Lobo-vermelho (Canis rufus)
Morcego-cinza (Myotis grisescens)
Muriqui (Brachyteles arachnoides)
Orangotango (Pongo pygmaeus e Pongo abelii)
Panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca)
Peixe-boi (Trichechus manatus)
Rinoceronte-de-sumatra (Dicerorhinus sumatrensis)
Tigre (Panthera tigris)
Onça-Pintada (Panthera Onça)
Urso-Polar (Ursus maritimus)
Veado (Elaphurus davidianus)
Antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii)
Elefante-indiano (Elephos maximus)
Elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis)
Elefante-da-savana (Loxodonta africana)
Baleia-azul (Balaenoptera musculus)
Chimpanzé (Pan troglodytes)
Gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla)
Gorila-do-oriente (Gorilla beringei)
Leopardo (Panthera pardus)
Lobo-vermelho (Canis rufus)
Morcego-cinza (Myotis grisescens)
Muriqui (Brachyteles arachnoides)
Orangotango (Pongo pygmaeus e Pongo abelii)
Panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca)
Peixe-boi (Trichechus manatus)
Rinoceronte-de-sumatra (Dicerorhinus sumatrensis)
Tigre (Panthera tigris)
Onça-Pintada (Panthera Onça)
Urso-Polar (Ursus maritimus)
Veado (Elaphurus davidianus)
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