domingo, 15 de julho de 2012
Países Mais Pobres do Mundo
''Um país que apresenta baixo índice de desenvolvimento humano, industrialização tardia ou inexistente, baixa produtividade agrícola, disparidades sociais, fome e endividamento é um grande candidato a fazer parte do grupo dos países mais pobres do mundo. Segundo o consenso mundial, para um determinado país superar o seu grau de pobreza, torna-se necessário diversificar a sua economia e desenvolver soluções para as suas questões sociais.
A maioria dos países pobres possui uma produção centralizada e dependente de um produto ou matéria-prima predominante para o mercado interno e para a exportação. Os países menos avançados (PMA) têm recebido créditos e incentivos das Nações Unidas e de países desenvolvidos para ampliarem suas bases econômicas.
Esses esforços estão direcionados a ajudar cada país pobre economicamente a conseguir construir uma futuro melhor por meio da diversificação de suas produções agrícolas e industriais, dependendo menos de matérias-primas tradicionais.
Somente a diversificação econômica permitirá a essas nações possuir uma estrutura que os protejam de possíveis crises externar no cenário econômico mundial, e nas áreas energéticas e de produção de alimentos. Ressaltando também, melhor possibilidade de sobrevivência e reconstrução perante desastres naturais.
Projetos de recuperação econômica das nações pobres têm sido desenvolvidos em parceria com a ONU, por meio do Conselho de Comércio e Desenvolvimento da CNUCED – Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento – entidade que realiza reuniões periódicas para estas finalidades.
As reuniões do CNUCED sempre focalizam na transformação estrutural dos países menos avançados (PMA) e prepara as bases de discussões para as conferências. A categoria dos países menos avançados (PMA) foi criada em 1971, nos últimos quarentas anos, o número de países pertencentes à esta categoria dobrou, chegando ao número de 49 nações integrantes.
Anualmente, a ONU publica o IPH ( Índice de Pobreza Humana ) que , ultimamente, considera o número de morte de recém nascidos, percentagem de adolescentes com escolaridade básica, crianças abaixo do peso e a renda familiar. A maioria dos países com os piores índices são do continente africano, destacando-se apenas três países não africanos: Timor Leste, Bangladesh e Papua Nova Guiné.''
Site: www.infoescola.com Por: Fernando Rebouças
terça-feira, 27 de março de 2012
SÍRIA ACEITA PLANO DE MEDIAÇÃO DE KOFI ANNAN
Pequim, 27 mar (EFE).- O Governo da Síria aceitou o plano de seis pontos do enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, para a resolução da crise no país, informou nesta terça-feira o porta-voz do mediador, Ahmad Fawzi.
Após ser comunicado da resolução, Annan, que está em Pequim para buscar apoio da China em sua tarefa como negociador, 'escreveu ao presidente (Bashar al) Assad para pedir ao Governo sírio aplicação imediata de seu compromisso', acrescentou o porta-voz em comunicado.
O plano de seis pontos procura colocar fim as hostilidades sob supervisão da ONU, a libertação dos detidos nos protestos contra o Governo e o envio de ajuda humanitária.
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NÚMERO DE PAÍSES QUE ADOTAM A PENA DE MORTE CAI, MAS EXECUÇÕES AUMENTAM, DIZ ANISTIA
De acordo com a organização, 676 pessoas foram executadas em 20 países em 2011, um aumento de 149 em relação ao ano anterior. Irã, Arábia Saudita, Iraque, Estados Unidos e Iêmen encabeçam a lista, sendo os responsáveis pela grande maioria das sentenças.
Há indícios de que a China seja o país com o maior número de execuções, ultrapassando os milhares, porém as estatísticas não são divulgadas pelo governo. 'A China executa mais prisioneiros do que todos os outros países do mundo somados, aos milhares, mas não temos informações concretas porque os números são escondidos'.
Além disso, 18.750 prisioneiros são mantidos no corredor da morte em todo o mundo.
Para Jan Wetzel, especialista da Anistia Internacional em pena de morte, os resultados da pesquisa são preocupantes.
'O grupo dos países que usa a punição capital diminuiu, mas dentro desse grupo, uma minoria de países está aumentando muito as sentenças', disse.
Estrangeiros
Ele destaca ainda o caráter global do assunto, e diz que entre os condenados estão muitos estrangeiros, o que preocupa a entidade.
Dois casos de brasileiros condenados à prisão perpétua ganharam bastante publicidade nos últimos anos, ambos presos na Indonésia.
O paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte e o carioca Marco Archer Cardoso Moreira estão detidos no arquipélago do sudeste asiático por tráfico de cocaína e aguardam no corredor da morte.
Um apelo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao colega indonésio Susilo Bambang Yudhoyono não foi o bastante para que a decisão fosse revertida por meio de um perdão presidencial - a única saída para que os dois evitem um pelotão de fuzilamento.
Imigrantes
Segundo o Itamaraty, em 2010 (dados mais recentes) 2.659 brasileiros estavam presos no exterior, cumprindo pena ou aguardando julgamento.
De acordo com a Anistia Internacional os imigrantes que buscam trabalho em países como Arábia Saudita e Malásia estão entre os que mais enfrentam dificuldades.
'A maioria é muito pobre. Jamais terão atenção diplomática ou a oportunidade de um apelo de seus presidentes. Muitos não entendem o idioma dos tribunais e não podem contratar um advogado', diz Jan Wetzel.
EUA
Wetzel avalia que os Estados Unidos estão cada vez mais isolados entre as nações desenvolvidas por serem um dos únicos a usarem este tipo de pena, e que, embora a sociedade americana apresente grande polarização entre críticos e defensores da pena de morte, a tendência das última década é em direção à extinção da pena capital.
'Há discussões, mas eles estão reconsiderando. O Estado de Illinois aboliu, e hoje temos um terço de execuções a menos do que em 2001', diz.
Dos 50 Estados americanos, 34 ainda mantêm a pena capital e 16 já aboliram.
Para o especialista, existe até um aspecto econômico que deve passar a ser levado cada vez mais em conta.
'Custa mais caro para o governo executar alguém do que usar a prisão perpétua. Num caso de pena de morte, há ao menos oito recursos, e o julgamento dura em média 13 anos. Já no caso de prisão perpétua, o Estado gasta menos', afirma.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Fonte: MSN Noticias
CSN TEM LUCRO DE R$3,67 BILHÕES EM 2011, ALTA DE 45,7%
A Campanha Siderúrgica Nacional teve lucro líquido de 3,67 bilhões de reais em 2011, alta de 45,7 por cento sobreo apurado em 2010.
Quase 60 por cento da geração de caixa da empresa medida pelo Ebitda - sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação - veio da área de mineração, segundo informações disponíveis no site da Bovespa na noite de segunda-feira.
A receita da empresa no ano passado foi de 16,52 bilhões de reais, acima dos 14,45 bilhões de reais em 2010.
O volume de vendas de aço em 2011 chegou a 4,9 milhões de toneladas, enquanto o de minério de ferro alcançou 23,8 milhões de toneladas.
A CSN reportou um Ebitda ajustado de 6,47 bilhões de reais em 2011, ligeiramente acima dos 6,36 bilhões de reais no exercício anterior. O ajuste na geração de caixa apresentada, segundo a companhia, exclui a linha de outras receitas e despesas operacionais, "por se tratarem principalmente de itens não recorrentes da operação".
A CSN encerrou dezembro com 15,4 bilhões de reais em caixa e disponibilidades, 50 por cento acima dos 10,2 bilhões de reais no encerramento de 2010.
Não havia informações disponíveis sobre o desempenho da companhia no quarto trimestre apenas.
Fonte: MSN Noticias (Por Cesar Bianconi)
segunda-feira, 12 de março de 2012
UM NOVO OLHAR PARA O PRÓXIMO: VIVEMOS NUMA ALDEIA GLOBAL
A internet foi, sem dúvida, o maior invento no final do século XX. No nosso século, é um fenômeno surpreendente, sobretudo por não ficar restrita à população privilegiada da sociedade. Cria interatividade entre diferentes indivíduos e, hoje, é um dos principais responsáveis pelos avanços nos meios de comunicação. Seria possível o mundo, como o conhecemos, viver sem internet?
Email e sites perdem espaços para as redes sociais, como Orkut e MSN, e as inovações não param. Sites de relacionamento, blogs e outros mecanismos de comunicação cada vez mais rápidos e ageis são verdadeiras febres, que ganham adeptos e viram mania entre jovens, crianças, adultos e até, por que não, entre a terceira idade. O Brasil é um dos países com maior número de usuários, além de ser também os brasileiros os que mais tempo ficam na internet (mais de 23 horas por mês).
UM NOVO OLHAR PARA NOSSO INTERIOR: GENOMA
O trabalho em torno do genoma humano era, a princípio, centralizado em uma linha única de estudos até que, em 1998, o biólogo Craig Venter fundou a empresa Celera Genomics, o que significou uma concorrência privada para um projeto público. A empresa utilizou os dados que o PGH divulgava livremente em seu site na internet e pode, desta forma, começar a pesquisa já respaldado pelo resultado dos outros cientistas. A princípio, a Celera tinha a intenção de ''guardar'' a descoberta, ao contrário do desejo do outro grupo, que era abrir o sequenciamento de genes humanos para o estudo de qualquer pesquisador.
Em abril de 2003, o grupo do PGH anunciou o fim do sequenciamento, e apresentou o resultado de que o ser humano tem mais de 3 bilhôes de bases, e tal estudo cutou quase U$$ 4 bilhões. O mais surpreendente da descoberta foi o número de genes: de 30 a 40 mil, sendo que o esperado era o de, pelo menos, 100 mil deles. A hipótese era baseada em outra crença, a de que cada gene é responsável pela codificação de uma proteína ou responsável por uma característica, como um determinado tipo de câncer ou cor dos olhos. Essa crença caiu por terra.
Uma série de polêmicas foi gerada em torno da conclusão do estudo, já que muitos afirmam que a explicação de todos os males e doenças genéticas tem origem no DNA. Alguns defenderam até a ideia de que a ''inteligência'' ou a ''burrice'' poderia ser estudada desta forma. E, claro, em contrapartida surgiram movimentos um tanto precipitados alertando para o perigo da discriminação racial e o medo pelo surgimento de ideias ligadas á construção e seleção de ''raças puras''.
Agora, passando o rebuliço inicial, os olhos dos pesquisadores estão voltados para o estudo dos genes. Isto possibilitará o aprofundamento a respeito da gênese de uma série de doenças e o conhecimento de muitas operações complexas do organismo humano. E, claro, possibilitar a descoberta de novas drogas e tratamentos que possam beneficiar a humanidade.
UM NOVO OLHAR PARA AS ESTRELAS
Não conseguimos avançar pelo espaço como previam os futuristas do século XX, mas não podemos reclamar muito. O envio de sondas para o solo marciano, o desenvolvimento de novas lentes para os telescópios e a ida de turistas, pela primeira vez, ao espaço foram inovações consideráveis no nosso século.
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